Furos históricos da Teoria da Evolução

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Furos históricos da Teoria da Evolução.

A teoria da evolução ainda é a mais seguida pela maioria dos cientistas do mundo.

No entanto, nos últimos anos, tem aumentado consideravelmente a quantidade de cientistas que se opõem à teoria evolucionista, devido à constatação de grandes furos e inconsistências na teoria. Considerando só os membros do Instituto Discovery, nos Estados Unidos, que se opõem ao evolucionismo, já há mais de mil biólogos, químicos, matemáticos, físicos, cientistas da computação e de outros ramos da ciência no mundo que se declaram contrários ao darwinismo.

Tudo isso sem contar aqueles cientistas que não crêem no darwinismo, mas têm medo de se manifestar para não perderem seus empregos . Os críticos tentam desmerecer esse fato dizendo que os membros do Instituto Discovery são todos religiosos.

A verdade é que a maioria é realmente religiosa, mas uma boa parte não o é. Além do mais, a simples constatação da existência de mais de mil PhDs, dentre eles centenas de biólogos, químicos e físicos, nem todos religiosos, que têm a coragem de, apesar das pressões da Academia, manifestarem-se contra a teoria darwinista já é uma amostra de que não existe o tal “consenso” sobre o darwinismo como os evolucionistas têm pregado. Além disso, as divulgações desses furos e inconsistências através de livros e artigos têm levado os darwinistas a fazerem verdadeiras ginásticas argumentativas para tentar salvar a credibilidade de sua teoria-fetiche.

Não à toa, a Teoria Evolucionista sofreu, nos últimos 100 anos, várias alterações significativas para tentar manter sua credibilidade e outra alteração ainda está sendo buscada para tentar mantê-la de pé. A teoria foi mudando tanto nas últimas décadas que acabou dizendo o contrário do que dizia em seu início, apesar de manter o mesmo nome: “Darwinismo”.

Charles Darwin dizia que tudo evolui segundo uma lei férrea, imutável, da sobrevivência do mais apto, a chamada “seleção natural”. Hoje, porém, os evolucionistas afirmam que não há nada disso, que tudo acontece por mero acaso, que o que houve foram “mudanças aleatórias”, só que mantêm o nome da teoria: “Darwinismo”.

Outro detalhe é que os evolucionistas se dizem contrários à teoria do design inteligente, mas quem a criou foi o próprio Charles Darwin, como se vê nos dois últimos parágrafos de sua obra “Origem das Espécies”. Darwin cria em Deus e acreditava, por isso, que a evolução foi planejada por Ele. Ele era um evolucionista teísta, que é como podemos definir muitos adeptos do design inteligente hoje. Os cristãos nunca foram contrários à microevolução (evolução dentro de uma espécie), que pode ser provada facilmente observando a natureza, mas são majoritariamente contra a macroevolução (a crença na evolução de uma espécie para outra espécie).

Furos históricos da Teoria da Evolução

O relato do Gênesis não se opõe à microevolução, mas não permite a crença na macroevolução, a não ser que você metaforize boa parte do relato, o que teólogos mais liberais têm feito para tentar encaixar o evolucionismo no relato bíblico. Detalhe: a macroevolução nunca foi comprovada cabalmente.

Vejamos, agora, os furos históricos das “provas” da teoria evolucionista. E sobre detalhes da inconsistência da própria teoria, indicamos os vídeos, palestras e sites ao final deste texto. Lembrando que, excetuando o marxismo e a psicanálise, nenhuma outra teoria teve tantas versões diferentes e contraditórias entre si, criadas num intervalo de pouco mais de um século, do que o darwinismo.

Este começou como determinismo integral (“seleção natural”) e se tornou o império do acaso absoluto e incontrolável (as “mudanças aleatórias”); ele também começou pregando o gradualismo das alterações microscópicas acumuladas de geração em geração até mudar de ideia, pregando agora as mutações repentinas e catastróficas de espécies inteiras; e, finalmente, começou defendendo o que podemos chamar hoje de “design inteligente” e se tornou, com o passar do tempo, um materialismo intransigente. Furos históricos das “provas” evolucionistas.

1) As formas intermediárias forjadas por Haeckel – Em 1874, o naturalista alemão Ernst Haeckel (1834-1919), discípulo e popularizador de Darwin, foi condenado por forjar o desenho de embriões para tentar ligar o desenvolvimento da forma dos embriões com a suposta descendência evolutiva daquela espécie.

2) O “homem de Piltdown” – O chamado “homem de Piltdown” era formado por fragmentos de um crânio e de uma mandíbula recuperados nos primeiros anos do século 20 de uma mina de cascalho em Piltdown, vila perto de Uckfield, no condado inglês de Sussex.

Especialistas da época afirmaram que os fragmentos eram restos fossilizados de uma até ali desconhecida espécie de homem primitivo. O nome latino dado a essa espécie foi “Eoanthropus dawsoni”. Em 1953, foi declarado definitivamente que o “homem de Piltdown” não passava de uma fraude, consistindo da mandíbula inferior de um macaco combinada com o crânio de um homem moderno totalmente desenvolvido. Segundo os relatórios, também foi utilizada uma lima para desgastar os dentes a fim de parecerem mais velhos, bem como os ossos (ou parte destes) foram submetidos a substâncias químicas com o mesmo objetivo.

A fraude havia sido obra do fanático darwinista Charles Dawson (1864-1916).

3) O “homo erectus” – A descoberta foi feita pelo Dr. Eugene Dubois nos anos de 1891 e 1892 e consistia de um crânio, um fragmento de fêmur e três dentes molares. Foi batizado como “homo erectus”. Porém, constatou-se depois que o crânio era de uma mulher pequena, o fêmur era humano e os dentes molares eram, na verdade, de macacos.

4) O “homem de neanderthal” – A primeira descoberta foi um crânio, que foi logo interpretado como sendo de um “homem macaco”. Depois, vieram esqueletos. Só que, com o passar dos anos, os tais esqueletos têm sido reclassificados pelos paleontologistas como idênticos aos do homem atual.

5) O “homem de Pequim” – Foi um fóssil achado na cidade de Pequim. Com o passar dos anos, foi reclassificado com o nome de “homo erectus” por se ver que os fósseis também são encontrados no homem moderno.

6) Os “australopithecus” – A descoberta se deu na África do Sul. Com o passar do tempo, descobriu-se que eram ossos de pigmeus e macacos.

7) O “homem de Java” e o “homem de Nebraska” – O suposto crânio do “homem de Java” foi encontrado em 1926 e o suposto dente do “homem de Nebraska”, em 1922.

Ambos, crânio e dente, foram apresentados como provas técnicas em favor da teoria da evolução no chamado “Julgamento da Evolução”, em Tenessee, EUA, em 1925. Tempos depois, descobriu-se que o suposto pedação de crânio do “homem de Java” não passava de osso do joelho de um elefante. E dois anos depois, foi encontrado o esqueleto completo do homem de Nebraska, ficando comprovado que o dente pertencia a um tipo extinto de porco.

8) Agora, o mais novo furo: Em outubro de 2013, após oito anos da descoberta do Crânio 5, encontrado na Geórgia, os cientistas evolucionistas chegaram à conclusão de que todos os fósseis de supostos homens primitivos encontrados ao longo dos anos em diversos locais – e que ganharam nomes como Homo Erectus, Homo Habilis e Homo Rudolfensins – não são elos evolutivos, não são fases históricas de uma suposta evolução de um primata para seres humanos, mas são todos membros de uma única e mesma espécie humana que viveu na mesma época e suas diferenças físicas apenas refletem a variabilidade normal entre indivíduos dessa espécie. Segundo matéria da “Science”, o Crânio 5 não era o que os cientistas esperavam. Devido ao maxilar maciço previamente desenterrado, eles estavam à espera de um crânio de grande tamanho, mas depararam-se, ao contrário, com uma caixa craniana pequena por cima de um rosto grande, numa combinação de traços morfológicos que não era própria do que os evolucionistas sempre definiram como traços de um homem primitivo.

Eram mais semelhantes a traços de homens modernos. Outro detalhe é que também haviam sido encontrados em Dmanisi mais quatro crânios (daí o nome Crânio 5 para o encontrado em 2005), e esses quatro crânios, pelo seu formato, deveriam ser classificados – dentro da classificação evolucionista – como sendo de épocas diferentes. Entretanto, todos eles foram datados da mesma época. Havia ali, por exemplo, tanto fósseis do que seria, segundo eles, um Homo Habilis quanto de Homo Erectus. No mesmo local, encontraram ferramentas de pedra e ossos fossilizados de animais, que seriam, segundo estudos anteriores, vestígios deixados por um grupo de humanos que viveu na mesma época naquele sítio.

O professor Michelson Borges, autor do site Criacionismo.com, lembra que “os criacionistas vêm dizendo isso há anos, mas quem quis ouvir? Sempre dissemos que os ‘homos’ são simplesmente humanos antigos com a natural variabilidade morfológica que existe entre seres humanos atuais, talvez até alguns com certas deformidades. Mas os evolucionistas, em sua ânsia por criar árvores evolutivas imaginárias, com base em fragmentos de ossos encontrados aqui e acolá, foram capazes de desenvolver toda uma história da ‘linhagem evolutiva humana’ que agora percebem que pode estar totalmente errada. Já imaginou quanto papel e quanta tinta foram gastos para divulgar a historinha anterior, que era tão ‘certa’? O que será feito dos livros didáticos, das enciclopédias e – pior – das cabeças que foram doutrinadas e educadas com esse conteúdo até então tido como “verdadeiro?”

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João Olimpio. Especialista em marketing de relacionamento responsável (MRR). Trabalho e ajudo pessoas a trabalhar em casa pela internet. E sou pregador da palavra de Deus. Servo do Deus vivo!!! Seja bem vindo!!!

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